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| Comentários |
Humberto Heidrich La Charbonnade Importadora Canela RS |
20/10/2010 |
Caro amigo Oscar
Como procedo para fazer parte deste seleto grupo de importadoras? Gostaria de apresentar meus preços e meus vinhos de importação exclusiva.
Fantástica sistemática e, lógico, ótimo para o grande público.
Fraterno Abraço Humberto
Meu caro Humberto
Para que uma importadora possa ser considerada em nossa análise, é necessário que ela divulgue publicamente seus preços, seja pela Internet, seja por meio de um catálogo impresso.
Gostaria muito de, na próxima edição, incluir os rótulos da La Charbonnade.
Abraços, Oscar |
Israel Souza Da Silva Enófilo Araruama RJ |
20/10/2010 |
Esta analise é de suma importância para o mercado brasileiro, mas deveria ser mais abrangente quanto ao número de importadoras (Casa Flora, Porto a Porto, Wine Group, etc... ficaram de fora).
Israel, concordo com você. Mas infelizmente a Casa Flora e a Porto a Porto não divulgam seus preços, nem pela Internet, nem por meio de catálogo impresso, e não puderam entrar na lista.
A Wine Group eu nem conheço...
Abraços, Oscar |
Cláudia Holanda Enófila e jornalista Rio de Janeiro RJ |
20/10/2010 |
Oscar, mil vezes parabéns! Este trabalho é inestimável. Serve tanto para abrir os olhos do consumidor como instrumento de autocrítica para os comerciantes.
Excelente! |
Luiz Cola Enófilo Vila Velha ES |
20/10/2010 |
Caro Oscar,
Semprei acompanhei com atenção seu brilhante trabalho de pesquisa. Certamente, são as importadoras que devem analisar com bastante cuidado e atenção seu levantamento comparativo de preços...
Mais uma vez, meus parabéns! |
Ikuyo Kiyuna Enófila São Paulo SP |
20/10/2010 |
Um trabalho de pesquisa para poucos.
Parabéns, Ikuyo Kiyuna |
Raúl Díaz Etiqueta Negra Porto Alegre RS |
20/10/2010 |
Prezado Oscar,
Felicitações pelo excelente trabalho. Acredito que estudos como este possam ajudar e muito a melhorar nosso mercado. Para a próxima edição espero poder participar desta análise, pois
já estará no ar nossa loja virtual.
Att
Caro Raúl, com certeza gostaríamos de incluir sua importadora na próxima edição. Quanto mais empresas com preços publicamente divulgados, melhor para o mercado.
Abraços, Oscar |
João José (o leitor não informou seu sobrenome, nem sua cidade de residência) |
20/10/2010 |
É de se notar que os preços 2009 e 2010 na Zahil Importadora não variaram.
Tenho em mãos a lista de preços e verifiquei alguns dos vinhos cotados na lista em Excel com os preços do site e não existe a variação mencionada.
Será que a metodologia do site esta sendo corretamente aplicada? Houve algum engano?
Caro João José,
Na planilha Excel, anexa ao comparativo, as duas primeiras colunas de valores apresentam, se os vinhos dos 2 levantamentos forem da mesma safra, os preços cobrados em junho/2009 e atualmente. Lá você poderá conferir que houve, sim, um aumento de 10% em todos os vinhos da Zahil que estão listados (à exceção de um).
A metodologia aplicada é claramente apresentada aos interessados, inclusive com a disponibilização dos dados atômicos que foram pesquisados, tanto nos sites das importadoras, quanto na Wine Searcher. Qualquer pessoa poderá fazer a auditoria do processo, se não se convencer da correção da pesquisa.
Oscar |
Artur Aragão Empresário São Paulo SP |
20/10/2010 |
Prezados Srs.
Vi com muita atenção a comparação que fizeram das Importadoras de Vinhos, só tenho pena de que não tenham comparado a nossa importadora, a Casa Aragão. Somos muito pequenos, nós sabemos, mas trabalhamos com produtos de elevada qualidade e preços muito acessiveis.
www.casaaragao.com
Contactem-nos, teremos todo o gosto de participar em degustações e pesquisas de qualidade / preço.
Att. Artur Aragão
Caro Artur, infelizmente, desconhecia que sua importadora divulgava os preços no site.
Posso fazer a pesquisa de seus vinhos no mercado americano e, se encontrar 15 cotações, nada me impede de incluí-la nessa atual edição do levantamento.
Um abraço, Oscar |
Eugênio Oliveira Enófilo Brasília DF |
20/10/2010 |
Grande Oscar,
Você é mesmo incansável, parabéns.
A Enoteca Fasano é que deve ter colocado esse vírus no seu computador para você não mais incluí-la na pesquisa (kkkk...), pois com certeza teria o maior índice de divergência dentre as pesquisadas e as não.
Um grande abraço e continue firme.
Eugênio Oliveira |
Andre Kischinevsky Enófilo Rio de Janeiro RJ |
20/10/2010 |
Sensacional contar com uma pesquisa assim! Estou bobo com o profissionalismo e relevância dos resultados.
Parabéns, parabéns! |
Carlos Townsend Enófilo Rio de Janeiro RJ |
20/10/2010 |
Que belíssimo trabalho, Oscar! Mais uma vez você está de parabéns! |
Valéria Patrocínio Médica Niterói RJ |
20/10/2010 |
Oscar,
Parabéns. Excelente trabalho.
Apenas um problema com a Decanter. Organizaram um bonito Wineshow, mas é impossível comprar os vinhos pelo site. Após a mostra, tentei em vão, inúmeras vezes, comprar 7 vinhos de minha preferência e simplesmente não consegui. Alguns, embora estejam no prospecto que nos deram, não existem no site. Enfim um desperdício de dinheiro, um antimarketing.
Já o site da Mistral é excelente. |
Bernardo Silveira Diretor Técnico - Zahil Importadora São Paulo SP |
20/10/2010 |
Caro Oscar,
Parabéns pela iniciativa e por manter o projeto acontecendo ano após ano.
Tem razão seu leitor João José: de fato, NÃO HOUVE VARIAÇÃO DE PREÇOS na Zahil, entre 2009 e 2010, exceto por vinhos que tiveram BAIXA de preços, como você pode constatar abaixo, em nosso site e em nossa lista de preços.
Toda a linha Finca El Portillo, da Argentina, de R$35 para R$29.
Toda a linha Salentein Reserve de R$73 para R$61.
O sensacional vinho Numina, também da Salentein de R$132 para R$98.
O carro-chefe da Rutini, Colección Malbec, de R$119 para R$97.
Toda a linha australiana da d'Arenberg: The Footbolt de R$99 para R$80 The d'Arry's Original de R$99 para R$80 The Dry Dam de R$85 para R$70; Os três ícones, The Dead Arm, The Coppermine Road, The
Ironstone Pressings, de R$297 para R$235.
Da França, Château des Erles do produtor François Lurton, de R$315 para R$189.
Da África do Sul, do produtor Rupert & Rothschild, o Classique de R$108 para R$88 e o Baron Edmond de R$263 para R$228.
Vale lembrar que existem variações de preço por estado por questões fiscais, especialmente após a implementação da ST em alguns estados. Os preços apresentados são os de referência em São Paulo, mas houve baixa proporcional à mencionada em TODOS os estados.
Por favor verifique sua fonte de preços e compartilhe conosco a causa da distorção.
Atenciosamente, Bernardo Silveira
Bernardo,
Aqui está a relação dos 20 vinhos que foram utilizados para o cálculo do Índice da Zahil.

Você poderá verificar, na segunda coluna de dados, o valor obtido no site de sua empresa, agora durante o mês de outubro. Este foi o preço utilizado nesta 4ª edição para comparar com os valores no mercado americano e calcular o índice.
Quando a safra encontrada agora é a mesma que foi encontrada em junho de 2009, a primeira coluna apresenta o valor exibido no site da Zahil naquela época. Comparando-se as 2 colunas, pode-se verificar, facilmente, que houve um aumento de preços do 10% na quase totalidade dos vinhos. Apenas um teve o aumento de 5% e outro teve uma redução de 17,5%.
Gostaria de saber quais desses valores você está contestando. Os preços de 2010 estão incorretos? Foi o que encontramos em seu site.
Ou seriam os preços de junho/2009 que estariam errados? Não eram esses os valores daquela época? Os vinhos já eram mais caros naquela ocasião?
Esclareço que, nas duas oportunidade, pesquisamos os preços vigentes para o Rio de Janeiro.
Reafirmo que não há distorção no cálculo do índice apresentado a nossos leitores.
Oscar Daudt |
Antonio Carlos Ferreira Enófilo Rio de Janeiro RJ |
20/10/2010 |
Caro Oscar,
Fica muito difícil traduzir em palavras esse belíssimo trabalho que você realiza.
Mas fica muito fácil entender que nos dias de hoje ausentar-se da Internet com preços e outras informações vão cada vez mais afastando os importadores daqueles de quem eles mais dependem, os clientes. |
Carolina Miranda Cavalcante Economista Niterói RJ |
21/10/2010 |
Excelente pesquisa, vou me orientar por essa lista na minha próxima compra de vinhos.
Quanto ao Zona Sul, os preços podem ser até melhores, mas a qualidade dos vinhos deixa dúvidas. Tenho preferido pagar mais caro em lojas especializadas e ter a qualidade do conteúdo da garrafa garantido. |
Gerson Silva Personal Wine Curitiba PR |
21/10/2010 |
Bom dia Meu Amigo,
Quando se fala de importadora com melhor preço, o amigo esqueceu da AMICI DI SINUE, os melhores preços e justos estão aqui.
Abs GS
Caro Gerson,
Procurei essa importadora na Internet, mas não encontrei o site.
Abraços, Oscar |
João Elvecio Faé Enófilo Vitória ES |
21/10/2010 |
Bom dia Oscar.
Mais uma vez brilhante a tabela de preços das Importadoras, ajuda muito nas compras que fazemos por aqui.
É de lamentar, como você frisa, as distorções de preços praticados no Brasil, com o que encontramos lá fora. Um exemplo é uma loja que fica em Lugano, um show, de qualidade, preços, variedades de safras, inclusive com muitas verticais. www.arvi.ch, apenas como informativo.
Abraços e sucesso. |
Paulo Roberto Corrêa Consumidor Rio de Janeiro RJ |
21/10/2010 |
Oscar
Vc encontra melhor preço e qualidade nos Supermercados Mundial que no Zona Sul, mesmo para os vinhos do dia-a-dia. Veja especialmente as filiais da Barra e Recreio. |
Alexandre Santucci Mundo do Vinho São Paulo SP |
21/10/2010 |
Meu querido Oscar, saudades! Quero apenas parabenizá-lo por seus préstimos essenciais, muito bom mesmo, um trabalho impecável.
E essa pesquisa é fantástica, difícil de explicar, mas sei como funciona e quanto custa vender nesse Brasil, posso dizer que uma variação de 70 a 200% é razoável pelos modelos de importação e mercado entre os países comparados. Uma empresa que trabalha corretamente e conseguiu estabilizar seus custos de vendas e marketing deve (hoje) ter seus preços em torno de 150%, essa é a realidade possível!
Abraços a todos |
Lilian Rodrigues Analista de sistema e enófila Rio de Janeiro RJ |
21/10/2010 |
Oscar PARABÉNS
Realmente temos que boicotar as importadoras com preços abusivos. Somente desta maneira, podemos “lutar” por preços mais justos. Será que não são suficientes todos os impostos que já pagamos?
OBRIGADA, OSCAR |
Rafael Mauaccad Enófilo São Paulo SP |
21/10/2010 |
Oscar,
Fora a dança das cadeiras havida entre as importadoras, nestes 15 meses transcorridos entre as edições, aparentemente muito pouco foi alterado na precificação dos vinhos importados, apesar da queda dos preços nos paises produtores, motivado pela crise financeira do Primeiro Mundo. Mantenho, pois, meu mesmo comentário postado na 3a edição:
Caros,
Somos levados sempre ao dilema de decidir a escolha: que vinhos podemos beber daqueles que gostaríamos de beber.
Como caminho sugiro descobrir vinhos que nem pensávamos que existissem, ou que nunca havíamos prestado atenção neles, e que podem surpreender, impressionar pela sua qualidade, diversidade e prazer. Como ajuda adicional, elenco algumas dicas para minimizar o impacto de preços, constante do artigo "What now for wine lovers?" de James Laube, senior editor da revista Wine Spectator (WS Dec15, 2008)
Ignore o preço como avaliação de qualidade.
Coloque limites em suas despesas com vinhos.
Tenha cuidado com as mailing lists, nem sempre os preços são promocionais.
Tome os seus vinhos já adegados, faça as reposições com boas oportunidades de compra.
Não seja exclusivista de uma região vinícola, amplie seus horizontes, conheça os vinhos do mundo, um mundo de oportunidades.
Compre por caixa e divida com amigos, normalmente são oferecidos bons descontos pelas importadoras e distribuidoras.
Escolha os restaurantes que tenham margens acessíveis sobre os seus vinhos, e aqueles BYOB, que permitem trazer suas garrafas. (Bring Your Own Bottle)
Apoie as vinícolas e enólogos favoritos, para sua continuidade comercial.
Boas compras a todos, Rafael |
Lilian Boden Consultora / Zahil RJ São Paulo SP |
21/10/2010 |
Caro Oscar,
Tenho maior respeito e admiraçao pelo seu trabalho informativo no mundo especulatico, que é o mercado de Vinhos. Mas tenho que admitir que você está equivocado quanto ao aumento de preços da Importadora Zahil. Não sei como nem onde buscou preços com tantas diferenças, pois eu carrego nossa tabela há 04 anos e 03 meses, e não vi este aumento generalizado.
Concordo plenamente com Bernado Silveira, SP - com sua explanação clara e coerente, onde mostra todo o grafico que tivemos nos ultimos 12 meses. Alías, quando da crise cambial em final de 2008, na virada de 2009, quando todas as Importadoras jogaram seus preços no além, ninguem pesquisou que a ZAHIL não fez isso antes de Fevereiro 2009, quando renovamos estoques e pagamos mais caro.
Sorry, este tipo de comentario requer no minimo dados mais apurados, eu diria mais, uma justificativa clara por conta das Empresas que muitas vezes aqui são expostas, pois para tudo tem uma explicação.
Grande abraço, e até a próxima....
Lilian, você tem razão. Solicito consultar o ponto VIII deste estudo para os esclarecimentos sobre este caso.
Abraços, Oscar |
Oswaldo Oleari Jornalista e radialista Vitória RJ |
22/10/2010 |
Oscar: "psicogarfei" uma chamada do Guilherme Mair sobre seu trabalho e postei no www.bloguidonoleari.blogspot.com = blogui don oleari, um mero e modesto apreciador de vinhos, curioso sobre a bebida maravilhosa e seu encantado mundo.
Com os créditos devidos ao Guilherme e a você, é claro. Boa contribuição sua. Dia desses, um representante me disse que "as importadoras pesam muito a mão e encarecem vinhos que poderiam custar um preço muito melhor".
Abração do Oleari.
Caro Oswaldo,
Obrigado pela divulgação. Quanto mais gente tomar conhecimento dessas informações, melhor para o mercado de vinhos.
Um abraço, Oscar |
Carlos Reis Enófilo Rio de Janeiro RJ |
22/10/2010 |
Caro Oscar,
Parabéns por mais esta bela pesquisa! É realmente uma pena que haja aumento nos preços de vinhos vendidos no Brasil, não obstante os preços já serem altos em comparação principalmente com os Estados Unidos (a carga tributária, os gastos com direitos trabalhistas, aluguel etc... devem ser irrisórios por lá).
Nesse nosso cenário, ainda acho a melhor compra, além do Zona Sul e da Cellar, a Mistral e a Vinci que, embora tenham variações grandes (vinhos argentino na Mistral é praticamente o mesmo preço da Argentina, já alguns outros 3 vezes mais do que no país de origem), pois repassam a baixa do dólar ao consumidor (o contrário também ocorre, mas tudo bem, é do jogo).
Por outro lado, senti falta da Reloco, da Bruck e da Casa Flora, que possuem catálogos interessantes, mas não divulgam preços para o consumidor (o foco deve ser vender para lojas multimarcas), ao que posso concluir.
Fiquei feliz em ver que a Decanter diminuiu radicalmente seus preços, embora sinta saudade de quando o catálogo era em dólar, e ache que ainda há margem para diminuir mais.
A Cava de Vinhos e a Taste-Vin são, para mim, as grandes pérolas, pequenas importadoras com preços honestíssimos.
Também fiquei feliz em ver a Grand Cru diminuir seus preços (nos vinhos argentinos, embora ainda bem mais caros que na Grand Cru de Buenos Aires, os preços caíram bastante, como no caso do Clos de Los Siete).
Por fim, além de seguir as dicas acima do Rafael Mauaccad, vou continuar comprando grandes vinhos em viagens.
Carlos Reis |
José Rosa Enófilo Niterói RJ |
22/10/2010 |
Amigo Oscar, Parabens pela matéria, como sempre.
Concordo plenamente com os amigos que comentaram anteriormente, este trabalho deveria ser observado com muita atenção pelas importadoras.
Um grande abraço.
José Rosa Niterói |
Jorge Barbosa Enófilo Niterói RJ |
23/10/2010 |
Quer dizer que para comprar com preços mais em conta na Zahil devo ir a São Paulo? |
Monica Elisabeth Kich Enófila e tradutora Viçosa MG |
23/10/2010 |
Parabéns!
Como consumidores sempre temos dúvidas. É maravilhoso termos fontes confiáveis!
Muito obrigada! |
João Alfredo de Mendonça Enófilo Rio de Janeiro RJ |
24/10/2010 |
Esse seu trabalho é um marco para os apreciadores do vinho, parabéns.
Fiquei muito feliz com a classificação da Nova Fazendinha, onde comecei a comprar vinhos regularmente, isso no século passado, na boa época em que R$/US$=1 |
Lilian Rodrigues Analista de sistema e enófila Rio de Janeiro RJ |
25/10/2010 |
Bom dia a todos.
Além de pagar caro ainda tenho que ir a São Paulo, caso queira comprar um pouco mais barato, Importadora Zahil??!!!!
Sempre a mesma desculpa: IMPOSTOS. Já estava com vontade de boicotar algumas importadoras. Agora esta ZAhil vai ser a primeira da minha lista de boicote. |
Abilio Cardoso Dentista e enófilo Brasília DF |
25/10/2010 |
Oscar, novamente uma pesquisa que todos os que amam vinho devem guardar e consultar antes de suas compras.
Gostaria de deixar a sugestão de incluir a wine (www.wine.com.br) nas próximas pesquisas. Tenho cada vez mais me surpreendido com a seriedade desta empresa.
Na última quinta participei de uma degustação seguida de almoço no Restaurante Oliver aqui em Brasilia. Esta importadora nos brindou com o Almaviva 2003 e 2008 e o Epu 2007. Degustação onde estavam
presentes o enólogo e o Diretor da Almaviva ,e o Rogerio dono da importadora.
Grande abraço Abilio
Compartilho com você a opinião sobre a Wine. Inclusive sou associado do ClubeW (o clube de vinhos deles) e estou muito satisfeito. Bom preços e excelente serviço.
Só que eles não são importadora, mas apenas loja. Não cabiam nessa análise. Mas na próxima comparação de lojas virtuais que eu fizer, com certeza irei incluí-los.
Abraços, Oscar
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Débora Takushi Presidente Amigas do Vinho SP São Paulo SP |
25/10/2010 |
Parabéns pelo excelente trabalho. Senti falta de algumas importadoras, mas como fonte de informação está perfeito.
Débora, eu senti falta de muitas importadoras. Infelizmente, são aquelas que não divulgam seus preços.
Abraços, Oscar |
Gilmar Oliveira Gerente MKT/Vendas São Paulo SP |
25/10/2010 |
Oscar,
Parabéns pela iniciativa.
Gostaria que concedesse o privilégio de uma atenção para a importadora Vinos y Vinos, estamos no mercado há quase 1 ano, quebrando alguns paradigmas, entre qualidade e preço. Atuante neste segmento temos nossos preços divulgados em site e mala direta, comparativamente alguns dos vinhos que importamos chegam a uma diferença de até 50%, do mesmo encontrado em outras importadoras. Não quero ser piegas, dizer que praticarei o preços iguais ao mercado internacional, mesmo porque alguns mercados não tem tarifação de impostos. Mas com certeza absoluta temos preços competitivos.
Forte abraço Gilmar Oliveira
Caro Gilmar,
Pesquisei seus vinhos no Wine Searcher, e embora alguns dos rótulos estejam com bom preço em relação ao mercado americano, outros tem uma diferença tão grande que fizeram o resultado final ficar longe de suas expectativas. O Índice de Divergência calculado para sua importadora foi de 243,9, o que a posicionaria em 19° lugar na tabela de classificação.
Na próxima edição sua importadora será incluída em nosso estudo e espero que possamos encontrá-la em posições mais altas.
Um abraço, Oscar |
Johnson Rogenski Enófilo São Paulo SP |
26/10/2010 |
Caro Oscar.
Depois que Vc começou fazendo as comparações de preços, eu comecei a fazer isto para decidir qual vinho comprar. Ex: procuro os vinhos com a menor diferença de preço em relação ao Estados Unidos(USA), dentro dos determinados vinhos que quero.
Um abraço.
Johnson |
Abilio Cardoso Dentista e enófilo Brasília DF |
28/10/2010 |
Oscar, também faço parte do ClubeW, recebi brancos e tintos da Planeta neste mes, mas ainda não os degustei.
Sugeri a wine.com porque como eles divulgaram a venda do Epu com exclusividade, pensei que estivessem trabalhando como importadora. De qualquer forma é um site onde respeitam mais o consumidor.
Abraço Abilio Cardoso
Este mês são 4 vinhos americanos do Robert Mondavi que custam 7-8 dólares nos EUA e eu decidi não receber. Eles não têm previsão para essa operação. Com isso, tive de cancelar minha associação e me inscrever de novo no mês que vem.
Oscar |
Luciana de Oliveira Olivier Bebidas Rio de Janeiro RJ |
28/10/2010 |
Olá Oscar.
Parabéns pelo excelente trabalho!!! Com certeza irei utilizar como parâmetro para futuras compras.
Bjs e vinhos. |
Marcio Bukowski Designer Rio de Janeiro RJ |
28/10/2010 |
Essa sua pesquisa é simplesmente sensacional. Acompanhei a primeira, e suas polêmicas, aqui nos comentários. Parabéns!!!
Quero dar uma sugestão: vc poderia divulgar os extremos, os recordes, das garrafas unitárias. Tipo, o vinho mais barato, se comparado com o preço de fora, bem como o mais caro. Isso poderia ser feito em 3 faixas de preço (em dólar, tomando como base o preço de fora). U$10,00 , U$30,00 e U$100,00 por exemplo.
Um abraço e obrigado Buko
Os extremos são os seguintes:
o mais barato comparativamente é o espumante austríaco Schlumberger Brut NV, vendido pelo Zona Sul mais barato do que é vendido nos Estados Unidos; esse foi o único vinho mais barato da comparação;
o mais caro é o Louis Latour Corton-Charlemagne 2006, vendido pela Inovini, que custa 81 dólares nos EUA e o equivalente a 583 dólares (!!!!) aqui no Brasil, uma diferença de 618% a mais;
Mas na matéria, no ponto VII - Considerações, você encontra um link para a planilha com todos os dados do levantamento. Nela você poderá buscar as barganhas e fugir dos sobrepreços absurdos.
Abraços, Oscar |
Carlos Reis Enófilo Rio de Janeiro RJ |
28/10/2010 |
Também saí do Clube W esse mês. Os vinhos californianos estavam com um preço inadequado, embora não me pareça ser a Wine quem define isso, pois não é ela quem os importa. Imaginem vender esses vinhos por 50 reais, quanto mais por 90 reais (já vi até por 104 reais)! Custam (o Zinfandel e o CS) uns 19 dólares no free shop do Brasil e já acho muito para o que são (em especial quando se vê o preço nos Estados Unidos). E como não tem opção, como em outros clubes, de recusar o vinho do mês, resolvi sair (não sei se volto, pois a maior parte dos vinhos do site podem ser encontrados em lojas do Rio pelos mesmos preços ou menores que os do site, mesmo com o desconto).
Carlos Reis
Realmente, essa operacionalidade deles é comercialmente esquizofrênica. Quando obrigam o associado a sair do Clube, correm um seríssimo risco de ele não mais voltar. O usuário pode pensar melhor e desistir, como é o seu caso e talvez seja o meu, ou mesmo simplesmente esquecer de se reassociar.
Oscar |
Denise Albuquerque Administradora e Enófila Rio de Janeiro RJ |
28/10/2010 |
Hoje, motivada por esta pesquisa de preços (muito útil para nós enófilos), resolvi entrar no site da Nova Fazendinha e tive uma grata surpresa. Eu, que sou uma apaixonada pela França e pelos vinhos franceses, encontrei na Nova Fazendinha excelentes vinhos com preços realmente bons (tendo em vista os valores médios praticados aqui no Brasil).
Parabéns ao Oscar pelo excelente trabalho e à Nova Fazendinha por praticar preços mais razoáveis. |
Elizabeth Engel Piazza Analista de sistemas Rio de Janeiro RJ |
03/11/2010 |
Caro Oscar,
Muito bom este site, adorei!
Abraços
Querida Beth, que bom ouvir de você depois de tanto tempo! Acho que deve fazer uns 20 anos que a gente não se vê, não é mesmo?
Beijo, Oscar |
Marcio Bukowski Designer Rio de Janeiro RJ |
07/11/2010 |
Oscar,
Sua tabela fez fama, mui merecidamente, diga-se de passagem. Foi publicada a sua pesquisa no GLOBO de hoje (domingo).
A mátéria mostra que pagamos até 6x mais do que o valor original dos produtos importados.
Parabéns, Buko |
Carlos Flosi Enófilo São Paulo SP |
08/11/2010 |
Parabéns Oscar, seu trabalho é maravilhoso e muito importante.
Tão importante que acho dispensável a polêmica com a Zahil. Canso de receber emails de revendedoras com preços melhores q os da Zahil para os mesmos vinhos e safras.... Detalhe: encaminho esses emails para a própria Zahil, como contribuição, é claro. |
Luiz Bernardo Viamonte Administrador de empresas Rio de Janeiro RJ |
08/11/2010 |
Oscar,
Belo trabalho de pesquisa, vai servir e muito para minhas aquisições.
Abraços, Luiz Bernardo |
Carlos Alberto Amorim Jr. ABS - Brasília Brasília DF |
10/11/2010 |
Mais uma vez, excelente contribuição para os enófilos. Obrigado pelo seu trabalho.
PARABÉNS. |
Carlos Reis Enófilo Rio de Janeiro RJ |
17/11/2010 |
Oscar, recebi ontem um folheto de uma loja em SP chamada Maison. Pelo que entendi, trata-se da antiga Terroir, do "Lopes, o Homem do Vinho", e que ainda importa alguns vinhos e passou a vender vinhos de outras importadoras, como Norton e Concha y Toro.
Abs, Carlos Reis |
Luiz Alfredo A. Rangel www.wine-ev.com Rio de Janeiro RJ |
18/11/2010 |
Oscar,
Tentando dar contornos objetivos à recorrente controvérsia entre preço e qualidade do vinho, desenvolvemos em minha empresa um indicador quantitativo denominado WEVI (Wine Economic Value), que disponibilizo e descrevo em maiores detalhes em meu website, do qual os principais objetivos são:
1) não abordar os aspectos (qualitativos) sensoriais/organolépticos e hedônicos da avaliação de vinhos, cujo caráter subjetivo está associado a preferências e paladares individuais;
2) enfatizar os aspectos econômicos da produção: i.e., a avaliação objetiva dos insumos econômicos e do capital empregados nas diversas etapas da produção do vinho avaliado (e.g., denominação de origem, rendimento em ton/ha, tipo de colheita, tipo de fermentação, tempo de fermentação, material usado na fermentação e na maturação, tempo de maturação, origem e tempo de vida do material empregado, etc...)
O resultado/output do indicador (WEVI) é um rating baseado no sistema de 100 pontos empregado por WS, WA, IWC, CGCW e WE. Além do WEVI (rating), os vinhos são classificados em grupos de 1 a 5, de acordo com seu “valor econômico”, e também é calculado um índice de custo/benefício, o “Value Index” que é uma razão (normalizada) entre “valor econômico” e preço.
Tenho encontrado, entretanto, algumas dificuldades para expandir a base de dados de vinhos, associadas ao pequeno interesse das vinícolas (em especial as norte-americanas) em abrir suas caixas pretas, disponibilizando todas as informações necessárias para a construção do indicador; principalmente em relação aos rendimentos obtidos no vinhedo e métodos e equipamentos empregados na vinificação.
Parabéns, e continue desenvolvendo este belo trabalho!
PS: O site da Casa Flora é www.winestore.com.br |
José Paulo Schiffini Enófilo da velha guarda Rio de Janeiro RJ |
20/11/2010 |
Caro Oscar,
Ontem ouvi uma crítica séria à sua metodologia: ela é muito parcial, pois não considera os vinhos que não estão comercializados no mercado americano. Isso cria um "bias" comum nos anos 50, achar que o que é bom para os USA seja bom para o Brasil. Recomendo repensar tal situação e fazer um adendo...
Ao seu dispor para maiores detalhes.
Schiffini, agora do lado dos pequenos importadores...
Caro Mestre,
Críticas à metodologia existem muitas. Essa é apenas mais uma. E não me parece muito séria, também.
As amostras estatísticas são um poderoso instrumento para analisar um fenômeno, visto que o estudo de uma população inteira é quase sempre impossível de ser realizado. Porém, as amostras são sempre enviesadas, por mais rigorosos que sejam os critérios para definição das mesmas. Um exemplo conhecido por todos são as pesquisas eleitorais, que por mais que os institutos se esforcem para criar uma correta representatividade da população, cometem erros que ultrapassam a margem estabelecida. Isso não tira, em absoluto, a utilidade dessas pesquisas que servem para definir um fenômeno e suas tendências.
Desde que os critérios para estabelecimento da amostra sejam claramente descritos aos leitores, esses podem interpretar os resultados com o conhecimento de o que está sendo analisado no estudo. E sempre deixamos claro, desde a primeira edição do comparativo, que fazíamos a comparação com os preços disponíveis no mercado americano para vinhos importados. A escolha do mercado americano deveu-se a dois motivos principais:
a facilidade de compilação dos dados, livremente disponíveis na Internet;
o fato de o mercado consumidor americano ser o mais desenvolvido do planeta, com aplicação de margens de lucro discretíssimas, fazendo com que por lá tudo seja mais barato do que em qualquer outro país.
Um erro recorrente que os críticos cometem é o de imaginar que eu estou fundamentalmente comparando os preços de nosso mercado com os preços americanos. Nada mais falso. Na verdade, eu estou comparando as diversas importadoras brasileiras de vinhos entre si, apenas usando o mercado interno americano como baliza, tendo em vista o seu desenvolvimento inigualável.
Não entendi seu novo cognome, que quer fazer crer que, ao apoiar essa crítica, você está ao lado dos pequenos importadores. Na verdade, a tabela revela que - fora o Zona Sul, que é um caso especial - os melhores colocados são três pequenas importadoras (Nova Fazendinha, Cellar e Cava de Vinhos), seguidas por duas grandes do nosso mercado (Mistral e Vinci). E a rabeira da tabela também é compartilhada por importadoras grandes e pequenas. Isso mostra que a aplicação de margens de lucro honestas não tem nenhuma correlação com o porte do negócio.
Finalmente, peço que transmita a seu interlocutor que criticar é fácil, difícil é fazer. Mas se ele construir uma metodologia melhor do que a minha e fizer um trabalho sério de comparação dos preços das inportadoras, o EnoEventos teria um grande interesse em publicar a análise.
Abraços, Oscar |
Luiz Alfredo A. Rangel www.wine-ev.com Rio de Janeiro RJ |
20/11/2010 |
Oscar,
Muito bem colocado. Sua metodologia não envolve aspectos qualitativos nem absolutos. Apenas utiliza o mercado norte-americano, indiscutivelmente o mais aberto do planeta, como Benchmark. Nada mais lógico...
Outra iniciativa importante seria abrir a caixa preta da “precificação” dos vinhos no mercado brasileiro. Fala-se muito na “cunha fiscal”; até algum tempo atrás todos os impostos multiplicados “em cascata” (I. Importação, IPI, ICMS...) equivaliam a algo em torno de 88% (sinceramente não sei quais são as alíquotas hoje em dia) do preço FOB. Deve ser ainda somado o custo do frete em container refrigerado. Seria fundamental conhecer o valor percentual em vigor destas alíquotas, e os custos de transporte com exatidão.
Acredito, no entanto, que o problema continua sendo o exagero nas margens de lucro. Basta olharmos para o mercado dos EUA que funciona compulsoriamente no sistema “three-tier”, produtor/atacadista/varejista e ainda consegue preços muito mais competitivos que os nossos. |
Carlos Reis Enófilo Rio de Janeiro RJ |
28/11/2010 |
Oscar,
Continuo confiando na sua pesquisa. Essas críticas, muitas "anônimas", continuam a não conseguir explicar a razão de, por exemplo, um vinho italiano custar x em Nova York e 3 vezes mais no Brasil. Imagino que os vinhos sejam enviados da Itália e de outros países para os Estados Unidos em containers refrigerados, que haja impostos a serem pagos nos Estados Unidos, que o aluguel de uma loja na Park Avenue não seja barato, que se paguem direitos trabalhistas por lá etc... O resto é desculpa...
Carlos Reis |
João Montarroyos Mestre equitador Rio de Janeiro RJ |
27/12/2010 |
Prezado Oscar, o seu informativo dá de 10 X 0 no GOOGLE. Parabéns e obrigado. Um ótimo 2011 para você, com saúde e mesa sempre farta!
Mas, na minha ignorância vinícola, eu nunca entendi o porque da diferença de preços entre os vinhos de qualquer nacionalidade... Por que uns são tão baratos e outros tão caros? É dúvida não de sommelier, mas de bebedor de tintos de todas as marcas possíveis e permitidas ao meu bolso.
Grande abraço!!!
João, acho que todos nós temos essa dúvida!
Um feliz 2011 para você também! Oscar |
Carlos André Mores Enólatra São Carlos SP |
11/04/2011 |
O trabalho do sr. Oscar é inconstetável. Ainda mais quando ele mesmo nos previne: "Na verdade, eu estou comparando as diversas importadoras brasileiras de vinhos entre si, apenas usando o mercado interno americano como baliza, tendo em vista o seu desenvolvimento inigualável".
Ademais, vemos uma coisa: todas as importadoras trabalham com vinhos dos países "x", "y" e "z". Ora, por que algumas conseguem o "milagre" de trazer vinhos desses países por com uma diferença de preço de 100% enquanto outra só conseguem trazê-los por, digamos, uma diferença de 200%? Será que as primeiras deixam de recolher algum imposto? Acho que não... ou já teriam sido pegas pelo fisco... |
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